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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Dê-me Limões e eu Farei a Limonada


“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...”.
(art. 5º - Constituição Federal)

Será que realmente somos iguais perante a nossa lei? Muito se tem discutido acerca das cotas raciais e socioeconômicas, das suas vantagens e desvantagens. Nessa mesma linha de pensamento ainda surge outra pergunta: Seria realmente mais fácil criar cotas a ter uma educação básica eficiente?
A criação dessas cotas tinha como objetivo garantir a igualdade de oportunidade a todos os cidadãos brasileiros que foram de alguma forma, excluídos educacionalmente, seja pela sua cor de pele ou por sua falta de renda familiar. Ao ser examinado por alguns estudiosos, essas cotas iriam contra a nossa Lei maior ao afirmar que negros, índios e pobres não teriam capacidade de disputar uma vaga em universidade com o restante da população sendo assim injusto que cor de pele e renda baixa ajude a entrar em uma universidade com uma nota menor do que um não cotista.
Contudo, se o objetivo das universidades era ou é promover a justiça social e educacional, esse ambiente poderá justificar as cotas socioeconômicas.  As cotas sócias seriam justificadas se forem consideradas uma cota social e for garantida nas mesmas oportunidades.
Para realmente existir uma democratização educacional, haveria de se reconhecer que a nossa educação básica é precária e, algumas vezes, fere o art. 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que dá o direito à educação e ensino para todos gratuitamente. Além de melhorar o nosso ensino básico, outra solução para o ensino superior seria a ampliação de bolsas de estudo para as universidades particulares.

Tendo em vista os argumentos apresentados, é imprescindível que todos tenham a consciência que o estudo é a solução para mudar o nosso Brasil.